José Gonzalez Oliveira
Ele é dono do cartão n.º 1 do Maior Clube do Mundo
O Futebol é uma das grandes paixões de José Gonzalez Oliveira. Um dos últimos jogos da equipa do Benfica foi o mote para conhecermos o associado número 1 do Clube. Recebeu-nos em sua casa, de onde já pouco sai, devido à idade – faz cem anos no dia 29 de Setembro – e ao seu estado de saúde.Ele é dono do cartão n.º 1 do Maior Clube do Mundo
Tornou-se, ou melhor, tornaram-no sócio daquele que estava longe de sonhar viria a ser o Maior Clube do Mundo, isto quando tinha 11 anos. Foi pela mão do pai que num dia, que já não se recorda, desse longínquo ano de 1922 se tornou sócio. As primeiras memórias sobre a vida do Clube retratam as tardes de domingo onde se chegava à antiga sede na Gomes Freire de manhã e só se saía à noite… eram domingos “à Benfica”, conta: ”O Benfica tinha um salão de festas, onde havia cinema - era o cinema do Sport Lisboa e Benfica - depois do cinema e do almoço íamos ver o Hóquei em Patins, e só depois então é que íamos para o campo”.
Como o pai lhe passou a paixão, também ele o fez em relação aos seus próprios filhos. Teve dois, um já era sócio quando nasceu, o outro inscreveu-o como associado aos 11 meses. Em tom de brincadeira, recorda o que escreveu na proposta de inscrição para sócio, do filho mais novo: “No local onde dizia profissão, como não sabia bem o que pôr, coloquei mamar, ele não sabia fazer mais nada”, contou entre risos.














cou marcado por uma agressão do jogador Cohene a Javi García no interior da área pacense. O árbitro Artur Soares Dias assinalou grande penalidade, mas mostrou apenas cartão amarelo ao jogador que deu um murro ao médio espanhol do Benfica. Se viu o lance dessa forma, qual a razão para não ter mostrado o vermelho directo?
uxou também dos galões e marcou um golo de antologia aos 24 minutos. Um remate em arco para ver e rever numa televisão perto de si.





















da linha da bola, procurando chegar à baliza de Moreira em transições rápidas e em lances de bola parada. Numa das suas jogadas esporádicas, a equipa algarvia acertou na barra da baliza de Moreira (25’). O remate foi de Lito.
muito perigoso de César Peixoto ao lado da baliza do Portimonense.
